Área saúde e bem-estar

Fatores de risco para suicídio: o que leva uma pessoa a tirar a própria vida?

Você sabia que suicídio é um problema de saúde pública? A dimensão deste problema é tão imensa que o fenômeno causa mais mortes do que o HIV em todo o mundo. Infelizmente, a maioria das pessoas que têm pensamentos suicidas não busca ajuda. A boa notícia é que a situação pode ser contornada quando identificamos os sinais e as causas por trás desta condição. Neste artigo, a Clínica de Especialidades Salz com psicólogo em mogi das cruzes apresenta os fatores de risco para suicídio e explica o que você deve fazer em caso de crises. Acompanhe!

Quais são os fatores de risco para suicídio?

A cada ano, 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo. No Brasil, ocorrem mais de 11 mil suicídios por ano, ou seja, 32 pessoas cometem suicídio por dia.
É importante salientar que o comportamento suicida está atrelado a fatores genéticos, psicológicos, sociais, culturais, entre outros. Na sequência, listamos os principais sinais que evidenciam a presença deste mal invisível entre nós. Confira!

1- Transtorno psiquiátrico

Um dos principais fatores de risco para suicídio é quando a pessoa possui um ou mais transtornos psiquiátricos, como:

2- Abuso de álcool e drogas

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas e outras drogas ilícitas também são fatores de risco para suicídio. Inclusive, pessoas que têm algum dos transtornos psiquiátricos citados acima e fazem uso dessas substâncias de maneira abusiva aumentam muito o risco de suicídio.

3- Desesperança

A falta de esperança é o sentimento mais importante do suicida. Normalmente, vem em forma de pensamentos negativos e solitários. Por exemplo: “a vida não vale a pena”, “quero dormir e nunca mais acordar”, “vocês estariam melhor se eu não estivesse aqui”.
Se você já falou algumas dessas frases ou ouviu isso de alguém, fique atento! É hora de procurar ajuda!

4- Tentativas anteriores

Um paciente que já tentou tirar sua vida uma vez também está fadado a repetir e, na pior das hipóteses, consumar o ato. É comum que amigos e familiares pensem que não há probabilidades reais de acontecer uma tragédia por conta de tentativas anteriores frustradas, mas isso não é verdade. Essa pessoa merece a sua total atenção!

5- Dores crônicas

Doenças graves e dores crônicas também fazem parte dos fatores de risco para suicídio. Algumas enfermidades aumentam as chances do paciente causar a própria morte, sobretudo as doenças crônicas dolorosas, principalmente quando estão associadas à depressão.

6- Mau convívio social

Os fatores sociais mais importantes estão relacionados aos vínculos que o suicida têm com a família e os amigos. Pessoas que não têm bons relacionamentos, solteiras, solitárias, desempregadas e sem família estão mais sujeitas ao suicídio.

7- Eventos traumáticos

Uma pessoa pode desencadear comportamento suicida a partir do acontecimento de eventos traumáticos na sua vida. A morte de um ente querido e submissão a violências e abusos podem colocar a vida do paciente em risco. Aliás, o perigo é ainda maior na primeira semana depois dos eventos.

8- Ser homem e jovem

Ao contrário do que muitos pensam, as mulheres têm taxas de tentativas de suicídio maiores. Porém, os homens se suicidam muito mais! Em ambos os sexos, a principal faixa etária suicida são os jovens de 15 a 24 anos.

Precisa cuidar da sua saúde mental? Conte com a Clínica de Especialidades Salz!

Se você notou algum destes sinais, é hora de buscar um profissional especializado em saúde mental. Procure um psicólogo ou psiquiatra para acompanhar o quadro e tratar os problemas mentais que podem ocasionar o comportamento suicida.
A Clínica de Especialidades Salz oferece atendimento psicológico presencial, como tratamento para autismo online ou home care para pessoas de todas as idades e necessidades. Além de contar com psicólogo em Suzano.
Você também pode buscar ajuda no CVV – Centro de Valorização da Vida, que oferece apoio emocional e prevenção ao suicídio.
Nossa clínica de psicologia em Mogi das Cruzes garante um acolhimento humanizado aos pacientes e familiares. Aceitamos planos de saúde.
Entre em contato conosco e agende sua consulta!

Compartilhe

Artigos recentes

A rotina que abraça: como o dia a dia devolve calma para crianças com autismo

O dia a dia de uma criança com TEA não é sempre igual. Em dias…

1 semana atrás

O cansaço por trás do sorriso e a importância de acolher quem acolhe

Quantos sorrisos escondem esgotamento, sobrecarga e incertezas? Muitas mães cuidam dos filhos e respondem às…

3 semanas atrás

As férias mostram sinais que passam despercebidos na escola

As férias chegam e, com elas, algo muda dentro de casa. Os dias ficam mais…

1 mês atrás

Quando as férias desorganizam a rotina e o coração dos pais tenta acompanhar

A casa está mais cheia, os horários já não fazem sentido, o barulho aumenta e…

2 meses atrás

Quando o diagnóstico chega: o amor que aprende novos caminhos

O diagnóstico e o turbilhão de sentimentos Receber o diagnóstico de TEA envolve um processo…

3 meses atrás

Pequenos passos que mudam tudo: o poder de celebrar o progresso

O progresso, para muitas famílias, aparece em gestos pequenos, mas cheios de significado. Muitas vezes,…

3 meses atrás